A gente não fecha diagnóstico na primeira consulta
Nenhum profissional sério fecha. Suspeita não fecha laudo, e a consulta inicial existe para investigar, não para carimbar. Se alguém te prometer diagnóstico em uma conversa de uma hora, desconfie.
Consulta inicial com a neuropsicóloga Patrícia Soares, em Guarulhos, para famílias que já ouviram muita coisa sobre a criança e ainda não ouviram nada que tenha vindo de um teste.
Quero ajudar meu filhoSão 4 perguntas rápidas. No fim você descobre se o caso do seu filho é para a nossa clínica.
4,9 em 139 avaliações no GoogleNão fica quieto. Não presta atenção. Não termina a tarefa. Bateu de novo. Você conhece a lista de cor.
A agenda vem escrita. Às vezes vem áudio da coordenadora. Às vezes é uma conversa na porta da sala, na frente das outras mães.
Em casa, a lição de casa virou o pior momento do dia. Você explica, ele levanta. Você chama, ele já esqueceu. Você levanta a voz, ele chora, você chora depois no banheiro.
E aí vem a parte que ninguém vê.
Você já tirou o tablet. Já colocou reforço. Já mudou a rotina inteira da casa. Já pensou em trocar de escola. Nada dura mais que duas semanas.
A essa altura você não quer mais ouvir opinião.
Você quer saber o que está acontecendo.
“Você é muito mole com ele.”
a sogra“Que criança mal educada. Isso é falta de limite.”
no mercado“Cada criança tem o seu tempo, mãe. Vamos observar mais um pouco.”
o pediatra, há dois anos“Ele é inteligente, só não se esforça.”
a professoraEsse é o motivo de a maioria das famílias chegar aqui anos depois da primeira desconfiança.
Quase toda mãe que senta na nossa sala conta a mesma sequência. Ela viu alguma coisa cedo. Levou ao pediatra. Ouviu que era fase, que cada criança tem seu tempo, que era para observar mais um pouco.
Ela observou. Um ano. Dois. Às vezes quatro.
Enquanto isso, a criança continua na sala de aula sendo chamada de bagunceira. E a mãe continua sendo chamada de mole.
Se você chegou até aqui é porque a sua desconfiança durou mais que a explicação que te deram. O que você percebeu no seu filho continua lá, esperando alguém verificar.
Não quero esperar mais
Porque e se não for aquilo?
Uma mãe chega e diz que acha que o filho tem TDAH. Outra chega convicta de que é autismo. Outra veio porque a escola falou em dislexia.
Se a clínica testar só o que a mãe trouxe, ela vai encontrar só o que a mãe trouxe. Ou não vai encontrar nada e a família volta pra casa do mesmo jeito que chegou.
Por isso aqui o trabalho começa por um rastreio completo.
A gente verifica a sua queixa, claro. Mas verifica também o que aparece na anamnese e na primeira consulta e que ninguém tinha desconfiado.
Não é um teste. Não são dois nem três. Em geral são mais de cinco instrumentos aplicados na mesma criança, incluindo teste de inteligência quando a idade permite. Todos padronizados e aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia.
É o que permite responder três coisas em vez de uma: se tem alguma coisa, o que é, e se tem mais de uma coisa junto. Porque TDAH e TEA aparecem juntos com frequência, e uma dificuldade de aprendizagem pode estar escondida embaixo das duas.
Quero saber o que ele temsuspeita não fecha laudo.
Patrícia Soares, neuropsicóloga
É aqui que a Dra. Patrícia entende o caso e define o que o seu filho precisa. E o que ele não precisa.
A Dra. Patrícia vai perguntar sobre gestação, primeiros anos, fala, sono, alimentação, escola, comportamento em casa e comportamento fora de casa. Leva o tempo que precisar levar. O que a professora relata, o que a família relata e o que só você viu. Se tiver relatório da escola, boletim, exame antigo ou avaliação anterior, traga tudo.
Com criança, observação clínica se faz brincando, e isso tem método por trás. Uma criança de 6 anos não responde questionário. Ela mostra atenção, tolerância à frustração, linguagem e interação enquanto está fazendo alguma coisa que faça sentido para ela.
Se for caso de avaliação neuropsicológica, você sai sabendo quantas sessões, quais áreas serão testadas, o prazo do laudo e o que está incluso. Se o caso for de terapia, psicopedagogia ou terapia ocupacional em vez de avaliação, você sai sabendo disso também. Se não for nada, você sai sabendo disso principalmente.
A avaliação, a terapia comportamental, a terapia ABA, a terapia ocupacional, a psicopedagogia, a psicomotricidade e o acompanhante terapêutico funcionam todos dentro da mesma clínica, com as profissionais conversando entre si. Você não sai daqui com um laudo na mão e uma lista de telefones para procurar sozinha.
Patrícia Soares, neuropsicóloga e psicóloga clínica comportamental.
Patrícia Soares
Neuropsicóloga · Psicóloga clínica comportamental
CRP 06/105543
+10 anos atendendo crianças e famílias
Ter um laudo, eu costumo dizer que é libertador. Te liberta dos rótulos pra trazer você pra pessoa que realmente você é.
Patrícia Soares
A Patrícia é neuropsicóloga, psicóloga clínica comportamental e uma das fundadoras da Núcleo Ser Plural. É ela quem conduz a consulta inicial de todas as famílias que chegam à clínica.
Ela costuma dizer que o laudo não serve para rotular criança nenhuma. Serve para o contrário.
É ela quem senta com você na primeira consulta, ouve a história inteira e diz o que o seu filho precisa. Do começo ao fim, com você na sala.
A equipe que trabalha com ela, na mesma casa
Escritas pelas famílias, na página pública da clínica, sem passar pela nossa mão.
4,9
139 avaliações no Google
As palavras que mais aparecem nelas
A gente não pede depoimento a paciente. O Conselho Federal de Psicologia desaconselha a prática, porque a relação com quem cuida do seu filho influencia o que a pessoa se sente à vontade para dizer.
O que está aqui embaixo ninguém pediu. São avaliações públicas, escritas por conta própria no Google, com nome e data. A gente não escolheu as palavras e não pode apagar nenhuma. Você consegue ler todas antes de decidir qualquer coisa, inclusive as ruins.
Quatro delas, como aparecem no Google
Prints das avaliações públicas na ficha da clínica no Google.
Se você está com medo de cair numa clínica que vende laudo, leia esta parte com atenção.
Nenhum profissional sério fecha. Suspeita não fecha laudo, e a consulta inicial existe para investigar, não para carimbar. Se alguém te prometer diagnóstico em uma conversa de uma hora, desconfie.
Neuropsicólogo não prescreve. Quem prescreve é médico. O que a avaliação faz é entregar ao médico, e à escola, e a você, um retrato detalhado do funcionamento do seu filho para que qualquer decisão seja tomada com informação na mesa.
Pode dar que não tem transtorno nenhum. Acontece, e é um resultado tão válido quanto qualquer outro. Você vai embora sabendo que a dificuldade é outra coisa, e sabendo qual, o que já muda a forma como a escola e a família tratam a criança.
Sobre o prazo do laudo, a Dra. Patrícia costuma explicar assim:
Por isso que às vezes demora um pouco mais pra corrigir, pra laudar, porque dá trabalho, né, gente? Precisa fazer algo muito bem feito, é a vida da pessoa. Nós estamos lidando com pessoas.
Na consulta inicial você recebe o prazo do seu caso por escrito. Prazo combinado é prazo que a gente cumpre, e quando alguma coisa atrasa, a família é avisada antes, não depois.
Dá, e mais cedo é melhor. O que muda com a idade são os instrumentos, não a possibilidade. Com criança pequena o trabalho apoia mais em observação clínica e em escalas respondidas por você e pela escola. Com criança mais velha entram os testes formais de inteligência, atenção e aprendizagem. Na consulta inicial a Dra. Patrícia diz exatamente o que é possível fazer na idade do seu filho.
Essa é a preocupação mais comum e a mais justa. Só que vale olhar de frente: o seu filho já está sendo chamado de alguma coisa. Bagunceiro, preguiçoso, mal educado, desligado, às vezes burro, e ele escuta tudo. A avaliação troca um apelido dado no corredor por uma explicação feita com teste. O apelido ele carrega sozinho. Com a explicação, a escola e a família finalmente sabem o que fazer.
Pode ser. E se for, você vai sair da avaliação sabendo disso, com a tranquilidade de quem verificou em vez de ter torcido. É por isso que a gente faz rastreio completo, e não só um teste em cima da suspeita.
Quem decide é você e o médico do seu filho. O que a gente pode dizer é que uma avaliação neuropsicológica não interfere no tratamento de ninguém e não fecha porta nenhuma. Ela só coloca informação onde hoje só tem opinião.
Psicólogas com formação em neuropsicologia, usando instrumentos padronizados e aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia. A consulta inicial é sempre com a Dra. Patrícia.
Depende do que o rastreio precisar cobrir no caso do seu filho, e é justamente isso que a consulta inicial define. Você sai dela com o número de sessões e o prazo do laudo por escrito.
A clínica atende pelo convênio Amil Saúde. Para o atendimento pelo convênio, é preciso enviar carteirinha, RG e um pedido médico solicitando a avaliação neuropsicológica. Para os demais planos, o atendimento é particular e a clínica emite nota fiscal para você solicitar reembolso.
Além do laudo, a família recebe as orientações que a escola precisa para adaptar o dia a dia da criança em sala. É o documento que costuma destravar conversa de coordenação e plano educacional individualizado.
Rua Jorge Street, 172, Jardim Gumercindo, Guarulhos. Atendemos famílias de Guarulhos e de toda a região num raio de 40 km.
Precisa de alguém que examine. A consulta inicial é onde isso começa.
Você já ouviu que é fase, que é falta de limite, que cada criança tem seu tempo.
Nada disso foi verificado. Foi opinião, dada por gente que gosta de você e que não tinha como saber.
A consulta inicial com a Dra. Patrícia é o momento em que alguém olha o caso do seu filho com método e te devolve uma resposta. Pode ser que tenha algo. Pode ser que não tenha. Nos dois casos você sai sabendo o que fazer na segunda-feira.
As próximas perguntas levam menos de um minuto. No fim delas você descobre se o caso do seu filho é para a nossa clínica.
Vem ser plural você também.
Quero ajudar meu filho4 perguntas. Sem compromisso de agendar no fim.